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Carlos
Cury vem trabalhando nornalmente no Hospital Regional de Guajará-Mirim, em Rondônia
(no detalhe), de acordo com consulta ao Cadastro Nacional de Estabelecimento de
Saúde
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O médico Carlos
Jorge Cury Mansilla, 57 anos, acusado de causar lesões corporais e mutilar o
corpo de pelo menos 15 pacientes em Manaus durante cirurgias plásticas e
indiciado em março de 2013, pelo delegado Mariolino Brito, do 1º Distrito
Integrado de Policia (DIP), e que teve seus direitos de exercer a profissão
suspensos, em julho do mesmo ano, pelo Conselho Regional de Medicina do Estado
do Amazonas (Cremam), e de acordo com denúncias e consulta ao Cadastro Nacional
de Estabelecimento de Saúde, do Ministério da Saúde, exerce de maneira
irregular o cargo como cirurgião-geral do Hospital Regional de Guajará-Mirim,
em Rondônia, onde já trabalha desde 2007.